29 de dez. de 2011

Características

  • Preocupação formal;
  • Comparação da poesia com as artes plásticas, principalmente com a escultura;
  • Referências a elementos da mitologia grega e latina;
  • Preferência por temas descritivos (cenas históricas, paisagens);
  • Enfoque sensual da mulher (ênfase na descrição de suas características físicas);
  • Habilidade na criação dos versos;
  • Vocabulário culto;
  • Objetivismo;
  • Universalismo;
  • Apego à tradição clássica;
  • O culto ao belo – Para os representantes parnasianos, a forma deveria sobrepor-se ao conteúdo, com vistas a alcançar, de modo efetivo, todo o rigor apurado e formal.
  • O apego aos ideais clássicos – No intento de promover o universalismo temático, o poeta tende a revelar uma objetividade ao extremo, mantendo-se altivo, sereno e neutro às tentações mundanas.
  • O preciosismo formal – Preconizavam um vocabulário voltado para a erudição, mesmo porque o referido posicionamento se fazia necessário para o alcance da “perfeição”.
  • A valorização da forma clássica – Optavam pelo soneto (dois quartetos e dois tercetos), pelo verso decassílabo (dez sílabas poéticas) ou alexandrino (doze sílabas), pelas rimas ricas ou raras e, sobretudo, pela chave de ouro, ou seja, o verso que conclui o poema de forma magistral.
  • A predominância de um recurso estilístico representado pelo hipérbato, que consiste na representação indireta dos elementos discursivos, visando à pomposidade, ao enobrecimento da linguagem propriamente dita.

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