A Literatura Quinhentista tem como tema central os próprios objetivos da expansão marítima: a conquista material (na forma da Literatura Informativa das Grandes Navegações) e a conquista espiritual, resultante da política portuguesa da Contra Reforma e representada pela Literatura Jesuítica da Companhia de Jesus.
Os textos produzidos eram, de modo geral, ufanistas, exagerando as qualidades da terra, as possibilidades de negócios e a facilidade de enriquecimento. Alguns mais realistas deixavam transparecer as enormes dificuldades locais, como locomoção, transporte, comunicação e orientação.
O envolvimento emocional dos autores com os aspectos sociais e humanos da nova terra era praticamente nulo, talvez porque esses autores não tinham qualquer conhecimento sobre a cultura dos povos silvícolas.
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